O monograma nasceu do nome.
O monograma Neo não é decoração tipográfica. É arquitetura. As letras N, E e O foram construídas para se sustentar mutuamente — cada uma compartilha estrutura com as demais, criando um símbolo indissociável. Por trás da forma, existe o nome do criador. Por trás do criador, existe o estúdio.
A marca é pessoal e profissional ao mesmo tempo.
André Almeida e Neo Creative Studio compartilham o mesmo DNA visual. Não é coincidência — é a tradução de uma verdade: o estúdio é uma extensão do criador. Quando a marca cresce, o artista cresce. Quando o artista evolui, a marca evolui.
Preto, vermelho e branco — uma escolha, não uma tendência.
Essas três cores já habitavam as obras do André antes de qualquer decisão de branding. O preto é rigor e profundidade. O vermelho é o gesto — o acento humano que perfura o racional. O branco é o espaço entre o que foi construído e o que ainda vai ser.
Um sistema, não apenas um logo.
A identidade Neo foi construída para ser viva. O monograma se desdobra em três versões, o ícone geométrico vira pattern, o pattern vira cenário, o cenário vira presença. Cada peça é um fragmento do mesmo todo — coerente em qualquer escala, em qualquer superfície.



